Eu gosto de
ler no Substack. Já tentei escrever por lá também. Mas, aqui no blog, me
organizo melhor para os objetivos que tenho hoje: registrar e divulgar o meu
trabalho com a escrita infantil.
Sou inscrita
em alguns Substacks e procuro dedicar um tempo para acompanhá-los. Por meio
deles, conheço oportunidades de cursos, laboratórios e encontros com pessoas
que também gostam de ler, escrever e conversar sobre literatura e escrita.
Conheci a
Lubi no Laboratório de Escrita Recorrente, do qual participo. A partir daí,
comecei a acompanhá-la e também a ler seu Substack.
Nesta
postagem, a Lubi traz uma reflexão sobre o desejo de “viver da escrita”, algo
que muitos escritores iniciantes, como eu, costumam almejar.
Mas, quando
nos deparamos com a realidade, os desafios e a escassez de oportunidades,
percebemos que viver exclusivamente da escrita ainda não faz parte da realidade
da maioria de nós.
Por outro
lado, o universo da escrita abre outros caminhos possíveis e tenho me
aventurado por eles.
Em 2025,
criei a Editora Morada, com o objetivo de auxiliar escritores independentes na
publicação de seus escritos e na realização do sonho de ver seus livros
ganharem vida.
E assim vamos
seguindo, construindo trajetórias, criando oportunidades e encontrando
diferentes formas de permanecer próximos da escrita.
A seguir, compartilho um pequeno trecho do texto da Lubi. Para lera publicação completa, clique aqui.
"escritores fazem muitas coisas. escritoras, muito mais. sempre me perguntam: é possível viver da escrita?. e eu respondo: muito poucos vivem da escrita, das vendas de seus livros, mas, da Literatura, é possível, sim, e essa é a minha história. isso inclui, claro, escrever, e fazer diversos serviços dentro desse mundinho, como traduzir, editar, fazer leituras críticas e curadorias, coisas com um viés mais coletivo, o que faz um bem danado para o meu cérebro e coração. sentir que existem mais coisas do que a minha mesa de trabalho, o meu caderninho e o meu notebook."

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