sábado, 6 de junho de 2026

Do substack pra cá



Eu gosto de ler no Substack. Já tentei escrever por lá também. Mas, aqui no blog, me organizo melhor para os objetivos que tenho hoje: registrar e divulgar o meu trabalho com a escrita infantil.


Sou inscrita em alguns Substacks e procuro dedicar um tempo para acompanhá-los. Por meio deles, conheço oportunidades de cursos, laboratórios e encontros com pessoas que também gostam de ler, escrever e conversar sobre literatura e escrita.


Conheci a Lubi no Laboratório de Escrita Recorrente, do qual participo. A partir daí, comecei a acompanhá-la e também a ler seu Substack.


Nesta postagem, a Lubi traz uma reflexão sobre o desejo de “viver da escrita”, algo que muitos escritores iniciantes, como eu, costumam almejar.


Mas, quando nos deparamos com a realidade, os desafios e a escassez de oportunidades, percebemos que viver exclusivamente da escrita ainda não faz parte da realidade da maioria de nós.


Por outro lado, o universo da escrita abre outros caminhos possíveis e tenho me aventurado por eles.


Em 2025, criei a Editora Morada, com o objetivo de auxiliar escritores independentes na publicação de seus escritos e na realização do sonho de ver seus livros ganharem vida.


E assim vamos seguindo, construindo trajetórias, criando oportunidades e encontrando diferentes formas de permanecer próximos da escrita.


A seguir, compartilho um pequeno trecho do texto da Lubi. Para lera publicação completa, clique aqui.

 


"escritores fazem muitas coisas. escritoras, muito mais. sempre me perguntam: é possível viver da escrita?. e eu respondo: muito poucos vivem da escrita, das vendas de seus livros, mas, da Literatura, é possível, sim, e essa é a minha história. isso inclui, claro, escrever, e fazer diversos serviços dentro desse mundinho, como traduzir, editar, fazer leituras críticas e curadorias, coisas com um viés mais coletivo, o que faz um bem danado para o meu cérebro e coração. sentir que existem mais coisas do que a minha mesa de trabalho, o meu caderninho e o meu notebook." 




quinta-feira, 4 de junho de 2026

Escola Municipal Jardim de Alá - Projeto Retalhos e Afeto.

 Eu acredito nos movimentos de coletividade.

Durante minha adolescência e juventude, estive envolvida em atividades voluntárias e iniciativas que incentivavam a participação coletiva. Por isso, trago esse conceito para os projetos que desenvolvo.


Em 2025, durante o processo de publicação do livro A avó – Retalhos e Afeto, lancei o Projeto Retalhos e Afeto. A proposta era simples e cheia de significado: ampliar a circulação dos meus livros nas escolas públicas de Juiz de Fora, possibilitando visitas literárias e a doação de exemplares para crianças e educadores.


Foi um movimento que deu muito certo.


De julho a dezembro daquele ano, contei com o apoio de muitas pessoas que, mês após mês, sugeriram e votaram em escolas para receber as ações do projeto.


Ao final desse processo, as três escolas mais votadas receberam minha visita, participaram de diálogos literários e receberam exemplares dos livros.


Uma das escolas contempladas no primeiro ciclo do projeto foi a Escola Municipal Jardim de Alá.

Tive a alegria de encontrar professoras e professores que acolheram a história de forma muito afetuosa. Cada educador recebeu um exemplar do livro e se tornou multiplicador das histórias de Maressa, Vicente e da Avó em suas práticas pedagógicas.


Agradeço, com carinho, a todos os apoiadores do Projeto Retalhos e Afeto, que acreditaram nessa iniciativa e ajudaram a transformá-la em realidade.


Minha gratidão também à equipe gestora, às professoras e aos professores da Escola Municipal Jardim de Alá pela acolhida, pela escuta e pelo compromisso com a formação leitora das crianças.


Que possamos continuar tecendo, juntos, novos retalhos de afeto por meio da literatura.


O segundo ciclo do Projeto Retalhos e Afeto está acontecendo. Para conhecer e ser um apoiador, clique aqui: https://apoia.se/retalhoseafeto2